TÓQUIO – O número de professores de escolas públicas japonesas que foram penalizados por causa de punições corporais aplicadas em estudantes em 2013 atingiu o recorde de 3.953. A informação foi divulgada sexta-feira (30) pelo Ministério da Educação e publicada pelo The Japan News.
O número é o maior desde quando o Ministério começou a fazer tais pesquisas em 1977.
Em 2012 cerca de 3 mil professores sofreram ações disciplinares como advertência ou censura pela violência aplicada aos alunos, segundo o Ministério.
Os resultados de 2013 foram divulgados com atraso devido ao grande número de casos semelhantes e que resultaram em investigações.
Um deles resultou no suicídio de um aluno após este ter sido punido por um professor na escola Sakuranomiya, em Osaka.
Na ocasião, o Conselho de Educação de Osaka demitiu o professor de 47 anos de idade.
O número de professores em escolas primárias, secundárias e colégios que foram punidos por atos indecentes também atingiu um nível alto: foram 205 no último ano letivo.
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