Toyohashi, Japão – A polícia apresentou nesta quarta-feira (26) uma nova acusação contra um brasileiro de 37 anos que invadiu um apartamento e manteve o morador refém por cerca de duas horas em Toyohashi, província de Aichi, em maio deste ano. Agora, ele é acusado de posse de drogas para venda, informou a Tokai TV nesta quarta-feira (26).
De acordo com a TV, o suspeito, identificado como Rogério Rodrigues Saito, sem endereço fixo, teria guardado aproximadamente 9,8 gramas de metanfetamina e 8,2 gramas de maconha dentro de um carro.
A polícia afirma que ele mantinha as drogas para fins comerciais. O veículo estava parado em um estacionamento de Toyohashi no dia 4 de maio, quando ocorreu o caso no apartamento.
Drogas estavam em carro apreendido
Naquele dia, o brasileiro teria invadido o apartamento de um conhecido e mantido o morador confinado. A polícia já havia prendido o suspeito por esse caso e por outras acusações.
Durante a ocorrência, os agentes apreenderam o carro e encontraram as drogas dentro do veículo.
Questionado sobre as novas acusações, Saito não confirmou nem negou as suspeitas. “Vou falar depois de consultar meu advogado”, declarou.
A polícia investiga como o brasileiro conseguiu as drogas e para quem pretendia vendê-las.
Como começou a invasão no apartamento em Toyohashi
De acordo com a polícia, o incidente começou por volta das 15h, depois que agentes encontraram um carro com suspeita de estar com uma placa roubada.
Quando os policiais tentaram fazer uma abordagem, o homem desceu do veículo e fugiu para um apartamento nas proximidades.
Dentro do imóvel, ele resistiu à ação policial. As autoridades afirmam que o suspeito apontou uma tesoura para os agentes e ameaçou: “Se entrarem, eu mato”.
A polícia isolou a área e retirou moradores do prédio enquanto tentava negociar com o suspeito. Como as conversas não avançaram e havia risco de agravamento da situação, os agentes decidiram invadir o apartamento e prenderam o brasileiro.
Dias depois, ele foi liberado, mas a polícia o prendeu novamente por manter o morador refém durante o cerco policial.






Acho que a polícia gosta de deixar livre, em vez de já deixar presa de vez. Talvez para poder investigar e encontrar a fonte. Hummm
Mais uma mancha preta na comunidade brasileira, ele pensa que aqui é o brasil sem lei, engana-se!!!
Parece o Gaijin Baka.kkkk