Atualizado em: 03/04/2024 13:58
Tóquio, Japão – O governo japonês informou na sexta-feira (2) que registrou um aumento alarmante de casos de COVID-19. O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar divulgou que foi notificada a média de 14,93 casos por instituição médica designada na semana de 22 a 28 de janeiro. Isto reflete um aumento de 1,22 vezes em relação à semana anterior, marcando a décima semana consecutiva de casos elevados de infecções, publicou o Yomiuri.
A província que mais casos registrou foi Fukushima, com 23,94 por instituição médica, enquanto Ishikawa, afetada pelo terremoto na Península de Noto, também relatou mais de 20 casos.
Nos dados do Ministério da Saúde, observou-se que aproximadamente metade dos infectados tinha 14 anos ou menos.
Um funcionário do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar sugeriu uma possível ligação entre o aumento das infecções e a conclusão das férias escolares de inverno.
Hospital de Tóquio em alerta
Um hospital em Tóquio está em alerta para um aumento no número de infecções por coronavírus, já que mais da metade dos leitos alocados para pacientes com COVID-19 estão ocupados, segundo a NHK.
O Hospital Itabashi da Universidade Nihon informou que cinco dos oito leitos para pacientes gravemente enfermos e mulheres grávidas, bem como nove dos 19 leitos para pacientes com sintomas moderados em sua enfermaria de COVID-19 estavam ocupados na quinta-feira (1).
No caso, a maior parte dos pacientes é composta por idosos. Os médicos disseram que alguns foram internados por outras condições de saúde e posteriormente confirmados como infectados pelo coronavírus.
Para dar conta do aumento, o hospital está se preparando para expandir sua enfermaria para casos de COVID para 35 leitos.
Seu vice-diretor, Tadateru Takayama, disse que o número de pacientes internados começou a aumentar na semana passada.
Ele observa que pessoas com problemas de saúde subjacentes tendem a desenvolver sintomas graves.
Ele também pede que as pessoas tomem medidas preventivas básicas, como usar máscaras e desinfetar as mãos.
Foto: Reprodução/NHK





