Tóquio, Japão – O Partido Democrático para o Povo (Kokumin Minshuto) prepara uma proposta para reduzir em cerca de ¥50 mil por ano a carga de impostos de trabalhadores no Japão. O Komeito, por sua vez, defende o pagamento de aproximadamente ¥80 mil por pessoa ao longo de dois anos.
As duas medidas foram elaboradas como alternativas ao projeto do governo para reduzir temporariamente o imposto sobre o consumo aplicado aos alimentos, de acordo com a Fuji TV.
O projeto do Kokumin Minshuto, chamado provisoriamente de “redução tributária com benefício para a população em idade ativa”, prevê ampliar de forma permanente para ¥1,78 milhão a faixa de renda livre de tributação.
Com essa mudança, trabalhadores de diferentes faixas da classe média teriam uma redução combinada de aproximadamente ¥50 mil no imposto de renda e no imposto residencial.
Para pessoas com renda anual inferior a ¥1,78 milhão, cujo imposto pode ser insuficiente para aproveitar integralmente o desconto, o partido propõe combinar a redução tributária com um pagamento em dinheiro. A economia total também ficaria em torno de ¥50 mil.
A proposta segue a linha do programa econômico apresentado pelo partido nas eleições de 2026. Em sua plataforma oficial, o Kokumin Minshuto defende elevar para ¥1,78 milhão a dedução usada no cálculo do imposto residencial e eliminar limites de renda existentes no sistema de deduções do imposto de renda.
O partido pretende apresentar o projeto ao Parlamento na terça-feira (20) e pedir que o texto seja analisado juntamente com a proposta do governo.
Komeito defende pagamento direto
O Komeito decidiu seguir outro caminho. O partido considera ineficiente usar ¥10 trilhões para reduzir o imposto sobre alimentos e propõe destinar um valor semelhante a pagamentos diretos à população.
Segundo o Komeito, esse orçamento permitiria pagar aproximadamente ¥80 mil por pessoa durante dois anos. Uma família de quatro integrantes, por exemplo, receberia cerca de ¥320 mil no período.
O partido argumenta que o dinheiro chegaria mais rapidamente às famílias e que a redução do imposto exigiria alterações nos caixas das empresas. Também não haveria garantia, segundo a legenda, de que todo o desconto tributário implicaria nos preços dos produtos.
Em um posicionamento publicado na quinta-feira (15), o Komeito afirmou que os pagamentos poderiam ocorrer por meio do cartão My Number e de smartphones. Assim, isso reduziria custos administrativos. O partido, no entanto, ainda não detalhou o calendário, os critérios nem o formato definitivo da distribuição.
Redução do imposto sobre alimentos para 1%
O projeto aprovado pelo governo em 9 de outubro prevê reduzir de 8% para 1% o imposto sobre o consumo aplicado aos alimentos. A medida começaria em abril de 2027 e permaneceria em vigor durante dois anos.
A redução alcançaria os produtos atualmente sujeitos à alíquota especial de 8%, categoria que exclui bebidas alcoólicas e refeições consumidas em restaurantes.
Além disso, o governo quer criar um auxílio variável para trabalhadores de renda baixa e média, chamado shugyosha futan keigen shienkin, ou benefício para redução dos encargos dos trabalhadores. No entanto, o texto ainda não define claramente os limites de renda nem os valores pagos.
De acordo com as informações oficiais divulgadas pelo governo, o objetivo é aliviar o impacto da inflação sobre as famílias e, posteriormente, avançar para um sistema permanente que combine créditos tributários e pagamentos em dinheiro.






Além disso, o governo quer criar um auxílio variável para trabalhadores de renda baixa e média, chamado shugyosha futan keigen shienkin, ou benefício para redução dos encargos dos trabalhadores. No entanto, o texto ainda não define claramente os limites de renda nem os valores pagos.
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Hoje mesmo,existem algumas ajudas,que muitas empreiteiras pegam,porém escondidos dos funcionários que trabalham por estas empreiteiras!
Como na prática,não existem fiscalizações,muitas empreiteiras,se aproveitam do sono do governo,para continuar roubando dos trabalhadores de empreiteiras…
Fato!