Atualizado em: 03/04/2024 15:54
Tóquio, Japão – A Agência Meteorológica do Japão informou que os alertas antecipados de terremotos que emite podem ser atrasados em até seis segundos devido a uma falha de um sismógrafo, após o grande terremoto registrado na península de Noto, em Ishikawa, em 1º de janeiro, publicou a NHK.
A agência anunciou que um sismógrafo na cidade de Suzu, na província de Ishikawa, parou de funcionar desde terça-feira (2), um dia após o terremoto.
As autoridades dizem que a causa da falha é desconhecida e investigam o problema.
Suzu está perto de onde foi o epicentro do tremor de magnitude 7,6 e de tremores secundários.
Segundo a agência, os dados sísmicos daí obtidos são importantes para alertas antecipados de terremotos que ocorrem na região.
Agora a emissão dos alertas dependerá de outros sismógrafos a alguma distância de Suzu, mesmo quando ocorrer um terremoto perto da cidade, segundo a agência.
As autoridades dizem que o problema pode atrasar a emissão de alertas de emergência de até seis segundos.
Após a falha no equipamento a agência não soube dizer se houve atrasos reais nos alertas emitidos.
Funcionários da agência deverão ir a Suzu para investigar a causa e reparar o sismógrafo o mais rápido possível.
Apesar dos atrasos esperados, a agência recomenda que as pessoas devem tomar medidas imediatas para proteger as suas vidas assim que um alerta for emitido.
Foto: Photo AC





