Atualizado em: 03/04/2024 14:01
Kofu, Japão – O governo da província de Yamanashi está considerando a cobrança de um pedágio de 2.000 ienes por pessoa para escalar o Monte Fuji a partir do próximo verão, a fim de aliviar a superlotação nas trilhas de montanhismo, informou o jornal Yomiuri nesta quinta-feira (1).
Atualmente, existe uma “taxa de cooperação para conservação do Monte Fuji” de 1.000 ienes, mas o pagamento é voluntário e muitos escaladores não fazem a contribuição.
Uma proposta de lei relacionada à cobrança obrigatória do pedágio de 2.000 ienes será apresentada à assembleia legislativa de Yamanashi este mês.
Para gerenciar o acesso, será instalado um portão no quinto ponto da trilha Yoshida, e a taxa será cobrada lá.
O número de escaladores será limitado a 4.000 por dia, e o portão será fechado em caso de excesso de pessoas.
O portão também será fechado das 16h às 3h para prevenir a escalada noturna.
A receita do pedágio será usada para manutenção de abrigos de emergência em caso de erupção vulcânica, entre outras finalidades.
Em 2023, o número de pessoas que escalaram o Monte Fuji pela trilha Yoshida foi de aproximadamente 140.000.
A montanha mais alta do Japão, com 3.776 metros, fica aberta para escalada durante o verão, desde o início de julho até 10 de setembro.
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