Tóquio, Japão – O Departamento de Polícia Metropolitana de Tóquio apresentou nesta quarta-feira (13) uma nova acusação contra o professor Koshiro Wakamatsu, de 39 anos, após um comportamento perturbador envolvendo uma de suas alunas.
De acordo com a emissora TBS, o docente admitiu ter esfregado suas próprias partes íntimas no bocal da garrafa térmica de uma menina de 9 anos, que cursava a terceira série na escola onde ele lecionava.
O crime ocorreu em outubro do ano passado. Segundo as investigações, Wakamatsu aproveitou um dia de folga em que foi trabalhar na escola para ir até a sala de aula.
Lá, ele encontrou a garrafa que a criança havia esquecido e decidiu realizar o ato enquanto filmava toda a ação com o próprio celular.
Ao ser interrogado pelas autoridades, o professor não negou os fatos. “Senti culpa, mas a sensação de excitação foi maior”, teria dito ele aos investigadores.
Há indícios de que o professor tenha repetido atos semelhantes com garrafas de água e uniformes de educação física de outras alunas da escola primária.
Preso por filmagens inadequadas de alunos
As autoridades prenderam Wakamatsu inicialmente no mês passado por ter filmado sob a saia da mesma vítima. Ele fingia registrar os alunos limpando a sala de aula para, na verdade, realizar as gravações com seu celular pessoal.
“Comecei a filmar escondido desde que me tornei professor, há cerca de 17 anos”, confessou o acusado na época da prisão.
De acordo com a TV, ele admitiu ainda ter deletado cerca de 5.000 arquivos de seu acervo pessoal por medo das consequências, afirmando que “seria terrível se descobrissem os vídeos e imagens que acumulei até agora”.
Com a progressão das investigações e a análise do material apreendido, a polícia agora trabalha com a forte suspeita de que o comportamento era recorrente e não se limitava a apenas uma única criança.






Tenho profundo receio pelas crianças em idade escolar largadas a própria sorte nas mãos desses professores do Japão.
Cada uma viu 😤