Gifu, Japão – Música em volume alto, karaokê durante a madrugada, barulho e estacionamento irregular estão causando transtornos para moradores próximos a rios nas cidades de Mino e Seki, na província de Gifu.
Entre abril e agosto deste ano, a Delegacia de Polícia de Seki, responsável pelas duas cidades, recebeu cerca de 200 chamados relacionados ao comportamento de frequentadores das áreas fluviais, informou o Chunichi Shimbun.
Um dos locais afetados fica nas proximidades da ponte Mino, às margens do rio Nagara, em Mino. A área atrai visitantes porque permite estacionar gratuitamente no leito do rio e conta com banheiro público.
Em agosto, segundo o jornal, pessoas foram vistas ouvindo música com graves intensos em volume elevado. A polícia também recebeu chamados sobre grupos que faziam karaokê durante a madrugada.
Uma moradora de cerca de 50 anos afirmou ao Chunichi que a música toca em diferentes horários e perturba a tranquilidade da região.
Reclamações se acumulam
O Gifu Shimbun já havia relatado o problema em 29 de agosto. O jornal informou que moradores das proximidades da ponte Mino apresentaram numerosas reclamações sobre música em volume alto, karaokê, instrumentos musicais e carros estacionados de forma irregular.
De acordo com a reportagem, as ocorrências se tornaram mais visíveis neste verão. A prefeitura de Mino começou a estudar diferentes medidas, incluindo a possibilidade de criar uma regulamentação para a utilização da área.
Um representante municipal afirmou ao Gifu Shimbun que a administração pretende avaliar cuidadosamente as necessidades dos frequentadores e dos moradores antes de definir as medidas.
Estacionamento ocupado por frequentadores do rio
Em Seki, parte das reclamações envolve o rio Tsubo, nas proximidades da estação rodoviária Michi-no-Eki Heisei.
O site oficial do estabelecimento informa que pessoas que vão ao rio para fazer churrasco ou brincar na água deixam os veículos durante longos períodos no estacionamento principal. Com isso, clientes da estação rodoviária não conseguem encontrar vagas.
A administração pede que os frequentadores do rio utilizem áreas alternativas localizadas no lado leste ou atrás do setor de vendas.
A prefeitura de Seki também realizou em agosto uma campanha de orientação com drones nos rios da cidade. Além das recomendações de segurança contra afogamentos, a administração pediu aos visitantes que utilizem corretamente o estacionamento da Michi-no-Eki Heisei.
Margens dos rios não são áreas de camping
A província de Gifu esclarece que fazer churrasco nas margens dos rios não constitui, por si só, uma violação da Lei dos Rios. Esses espaços recebem classificação de bens de uso público e, em princípio, ficam abertos livremente.
A administração provincial ressalta, porém, que as margens não são áreas de churrasco ou camping administradas. Não há garantia de segurança nem estrutura adequada para receber os visitantes.
Em sua página de orientações, a província pede que os frequentadores levem o lixo para casa, não perturbem moradores e outros usuários, evitem música em volume alto e não estacionem em locais proibidos.
Dependendo do município ou do trecho do rio, regras locais podem proibir churrascos, fogueiras e outras atividades. A recomendação é verificar as restrições antes de visitar o local.






Eu vou para o rio pra descansar,ficar no sossego,curtir a natureza,e confesso que quando vejo uma galera chegando já colocando música de um lado e música de outro lado,esses tiram o sossego.O que poderia ser um dia tranquilo pra descansar,acaba se tornando um stress.E um gritando de um lado,e som alto,parecendo até batalha de som,horrível a educação do povo.Não respeitam que vai curtir a natureza.
Tenho vergonha dessa gente…Gente ignorante, sem respeito, a marginalidade dessa gente é algo nojento… Pior que a população acha que todos são assim, somos prejudicados por uma minoria de maloqueiros que não deveriam estar aqui
Deportar seria a solução definitiva!
Tem muita gente sem educação e respeito. E vou falar da minha raça que além de ouvir músicas altas ainda é aquele funk bem nojento, “se é que pôde-se chamar isso de música “.Não respeitam nem as crianças. Quer ouvir essas porcaria, coloque um fone de ouvido e escute sozinho. Dizem que é pra se encontrar com amigos, porém ninguém consegue conversar e ouvir o que o outro está falando por causa desses transtornos musicais. Esse pessoal sim é quem deveria serem deportados.
Santinha do pau ócu