Atualizado em: 03/04/2024 14:17
Tóquio, Japão – Uma pesquisa feita pelo jornal Asahi mostra que os japoneses estão pessimistas com relação à economia e às condições de vida neste ano.
Na pesquisa, 55% dos entrevistados disseram que a situação irá piorar no desempenho da economia doméstica, enquanto 40% disseram que irá melhorar.
O levantamento foi feito via telefone entre o sábado (20) e o domingo (21), com os entrevistados podendo escolher uma entre quatro alternativas.
A pesquisa mostrou que 40% esperam que a economia piore “ligeiramente”, e 15% afirmaram que poderá “piorar consideravelmente”.
Nas questões feitas aos japoneses, 38% deles acreditam na melhora ligeira da economia e apenas 2% têm fé que a atividade econômica e a situação geral irá “melhorar consideravelmente”.
Curiosamente os mais jovens se mostraram mais pessimistas quanto ao curso da economia japonesa: 24% deles, entre os 18 e os 29 anos de idade, acreditam que a economia sofrerá melhoras ligeiras ou consideráveis, o percentual mais baixo entre todas faixas etárias. Já 76% dos jovens nestas faixas etárias esperam que a economia “piore ligeiramente” ou “piore consideravelmente”.
Enquanto isso, os entrevistados na faixa dos 60 anos de idade ficaram divididos quase que igualmente no tema proposto. Um total de 51% escolheu “melhorar ligeiramente” ou “melhorar consideravelmente”, o valor mais elevado entre todos os grupos etários, enquanto 45% escolheram “piorar ligeiramente” ou “piorar consideravelmente”.
Com relação às condições de vida, 60% acham que irão piorar este ano, contra 33% que pensam que tudo irá melhorar.
As pessoas na faixa dos 30 aos 40 anos de idade, considerados como mais produtivos no mercado, são os mais otimistas quanto às perspectivas de suas condições de vida.
O total de 45% daqueles na faixa dos 30 anos esperam estar em melhor situação neste ano, em comparação com 50% que disseram que estarão em pior situação. Já 39% das pessoas na faixa dos 40 anos acreditam que estarão em condições melhores, enquanto 57% que pensam o contrário.
A pesquisa foi realizada por telefones com números escolhidos aleatoriamente. O levantamento teve 456 respostas válidas de eleitores por telefone fixo, ou 48% do total, e 723 respostas de eleitores procurados via celular, ou 41%.
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