Tóquio, Japão – A Polícia Metropolitana de Tóquio apresentou na segunda-feira (28) uma nova acusação contra dois chilenos presos por furtar relógios de luxo avaliados em cerca de ¥200 milhões de uma loja no complexo comercial Nakano Broadway. Desta vez, os investigadores atribuem à dupla a invasão de uma residência e o furto de outros relógios e objetos de valor.
Segundo o jornal Asahi, os suspeitos são Jeremy Paolo Piña Guzmán, de 24 anos, e Boris Alexis Manzano Quesada, de 33. Os dois não têm endereço nem ocupação confirmados no Japão e já haviam sido formalmente acusados no caso de Nakano.
Durante o interrogatório sobre o furto na residência, Piña Guzmán teria admitido que ficou de vigia enquanto o comparsa entrou no imóvel e levou dinheiro e objetos.
Manzano Quesada também reconheceu a acusação e afirmou que pretendia conseguir dinheiro para ajudar nas despesas em seu país.
“Vim ao Japão porque ouvi dizer que as penas são leves, por isso escolhi bairros residenciais de alto padrão”, declarou o suspeito, conforme o relato atribuído pela polícia.
Dupla teria invadido casa um dia após entrar no Japão
De acordo com a Divisão de Investigação Criminal da Polícia Metropolitana, os dois invadiram uma residência no distrito de Ota, em Tóquio, por volta das 11h35 de 22 de agosto.
Eles teriam furtado três relógios de luxo, pulseiras e outros objetos, totalizando dez peças avaliadas em aproximadamente ¥7,9 milhões. Além disso, levaram cerca de €200 em cédulas estrangeiras.
A dupla havia entrado no Japão no dia anterior, após passar pela Austrália, e estava hospedada em uma acomodação de aluguel temporário no bairro de Asakusa.
Segundo a investigação, os suspeitos viram a residência quando seguiam em direção a uma igreja. Eles teriam esperado o morador sair de carro e, em seguida, quebrado uma janela com uma pedra para entrar no imóvel.
Ao retornar, o morador percebeu o furto e acionou a polícia por meio da empresa responsável pelo sistema de segurança da casa.
Furto de ¥200 milhões ocorreu três dias depois
Três dias após a invasão da residência, em 25 de agosto, a dupla teria atacado uma loja de relógios no Nakano Broadway. Os suspeitos quebraram uma vitrine com um martelo e levaram quatro relógios de luxo, com preço de venda estimado em aproximadamente ¥200 milhões.
As imagens de segurança indicaram que a ação durou poucos segundos. Conforme informou a TV Asahi, os autores deixaram o local em patinetes elétricos, encontrados posteriormente nas proximidades.
A polícia localizou os dois chilenos em uma acomodação em Osaka e efetuou as prisões em 27 de agosto. A Fuji TV informou que eles haviam chegado ao Japão apenas quatro dias antes do furto no estabelecimento.
Durante as buscas, os policiais também encontraram os três relógios levados da residência de Ota. Um estava na bolsa de Piña Guzmán, enquanto Manzano Quesada carregava ou usava os outros dois. Todos foram apreendidos.
A polícia investiga agora a sequência das ações e tenta esclarecer se a dupla entrou no Japão com a intenção de cometer furtos em residências e estabelecimentos que comercializam artigos de luxo.






São idiotas sim, pq não pensam de forma holística, como diriam alguns, são 2D. Basta suprir-los d pão e circo, assim será suficiente.
Crimes considerados graves no Japão, como assassinato, não passam de 6 anos. Precisa matar+ de 20, para ter pena de morte. E s se esconder por + de 20 anos, não existem penas.
Presos, terão inclusive trabalho e “educação”. qual o ignorante que não quer? Melhor deportar e pedir aos seus governos que hajam punições Aí aprendem pela dor.
Como pode uma pessoa sair do seu país com intenção de vir roubar em outro país, trabalhar pra se sustentar, nem passa na cabeça desses vagabundos…e como conseguiram dinheiro pra comprar as passagens de avião? Será que foi roubando lá no Chile também?? Tomara que pague integralmente a pena desses furtos trabalhando no presídio aqui no Japão.
Como pode pensar que aqui no Japão é tão fácil só um tonto pode pensar assim,que tenha a pena máxima pra aprender que aqui se tem leis idiotas